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Pimpão, sacrificado e iluminado no Botafogo 100% no Engenhão
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André Rocha

Os confrontos eliminatórios para entrar na fase de grupos da Libertadores sacrificou o primeiro turno do Botafogo no Carioca e também queimou etapas de preparação da equipe, que precisava se apresentar competitiva logo no início da temporada.

Por isso também o técnico Jair Ventura não teve tanto tempo para testar, experimentar e ensaiar o encaixe da principal contratação que mexeria na estrutura tática: Montillo entrou centralizado atrás do atacante mais enfiado.

Camilo foi jogado para o lado do campo. Inicialmente mais recuado. Contra o Estudiantes na abertura do Grupo 1, pela direita e mais liberado. Porque o lado forte do time argentino era o direito, com as descidas de Facundo Sánchez apoiando Solari, o meia aberto no 4-4-2 armado por Nelson Vivas.

A dupla na ala, mais o grande destaque do time, o colombiano Otero. Circulando às costas dos volantes Aírton e Bruno Silva e aparecendo também no setor de Victor Luis. Para ajudar o lateral esquerdo, Jair posicionou Rodrigo Pimpão no setor. Com responsabilidade de defender, mas também acelerar, procurar a diagonal, se juntar a Roger.

O Bota controlou a posse com 62%, mas finalizou três vezes, duas no alvo. Um chute de Camilo no final da primeira etapa e o golaço de Roger, completando de voleio outro voleio de Bruno Silva. O Estudiantes concluiu o dobro, três na direção da meta de Gatito Fernandez. Jogo duríssimo.

Porque Montillo não justificou o sacrifício dos colegas para que ele tivesse liberdade. Criou pouco. O time argentino foi se instalando no campo do ataque e, numa falta boba de Marcelo Conceição, zagueiro novamente improvisado na lateral direita que acertou o cruzamento para o primeiro gol, a cobrança perfeita de Otero.

Até Jair perder a paciência com Montillo, que também cansou. Entrou Sassá. Inicialmente com Camilo mantendo o posicionamento aberto, depois centralizado. Com Pimpão voltando ainda mais para realizar o trabalho defensivo.

Mas sem deixar de aparecer na área do oponente, como foi decisivo contra Colo Colo e Olimpia. Foi às redes novamente. O terceiro dele no torneio. Incansável em todo o campo. Sacrificado e iluminado.

Símbolo da entrega e do espírito competitivo de um Botafogo com 100% de aproveitamento no Engenhão e que será duro em qualquer campo, num grupo que já se mostra equilibrado na primeira rodada.

(Estatísticas: Footstats)


Botafogo sofre sem Aírton, mas vitória é alívio para a volta no Chile
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André Rocha

Jogo decisivo em fevereiro é sempre cruel. O clima de final no Engenhão lotado transferia tensão ao Botafogo pela responsabilidade de construir vantagem com um time remontado para abrigar Montillo.

Jair Ventura solucionou mantendo o desenho tático com a mesma variação de 2016: um 4-3-1-2 com Camilo mais atrás em relação a Montillo, que ficava liberado com Roger sem a bola, à frente de duas linhas de quatro. Na de meio-campo, Bruno Silva à direita, Aírton e Camilo centralizados e Rodrigo Pimpão pela esquerda.

Mas se adaptar às peças novas com a obrigação de buscar o ataque num início de temporada é bem complexo. Mais ainda com o bom desempenho do Colo-Colo nos primeiros minutos, com o ala Brayan Véjar e o meia Ramón Fernández levando vantagem pela esquerda seguidamente sobre Bruno Silva  e Jonas.

Até Camilo e Montillo se aproximarem, o alvinegro ganhar confiança e avançar as linhas. Mas ainda pilhado, e já perigosamente com faltas seguidas e reclamações junto ao árbitro Juan Soto. O Colo-Colo já se fragilizou com a saída por contusão de Zaldivia para a entrada de Fierro – aquele mesmo, ex-Flamengo –  como um dos três zagueiros da equipe chilena montada pelo técnico Pablo Guede.

O golpe que mudou o jogo veio de Aírton. Não uma entrada violenta, marca do volante ao longo da carreira, mas o chute forte e preciso do meio-campista que se reinventou e agora marca, joga e finaliza para marcar seu primeiro gol com a camisa do Botafogo.

Com a atmosfera favorável e a retaguarda desarrumada do Colo-Colo, o segundo gol veio naturalmente, mesmo contra de Esteban Padez. Contragolpe bem trabalhado por Montillo e Pimpão. Parecia a senha para uma vitória confortável a ser administrada no jogo de volta.

Mas Aírton saiu sentindo muitas dores no cotovelo e não voltou. Entrou João Paulo, outra peça nova, também precisando de ajuste. Foi para o lado direito e Bruno Silva ficou mais fixo à frente da defesa. Mudanças demais para uma decisão tão prematura. E logo uma peça tão importante…

O Bota cedeu espaços e na jogada trabalhada sobre a defesa exposta, Paredes encontrou o gol “qualificado” que o time chileno precisava para transformar a euforia no estádio na mesma tensão do início da partida. O Colo-Colo cresceu com Pedro Morález na articulação e Cristofer González à esquerda nas vagas de Fernández e Véjar e passou a acionar com mais frequência Rivero e Paredes.

O Bota foi cansando e com dificuldades para trabalhar com um típico pivô como Roger. O centroavante deu lugar a Joel no final para acelerar os contragolpes, sem muito sucesso. Antes, Jair Ventura tirou o extenuado Camilo e colocou Matheus Fernandes, volante formado no clube, para encorpar o meio-campo. Mas Montillo também havia cansado. Podia ter mantido o camisa dez.

Menos mal que o jovem zagueiro Marcelo Conceição se agigantou na retaguarda, apesar do toque com o braço na área alvinegra no final que a arbitragem ignorou. No apito derradeiro, um misto de alívio e preocupação.

Quem diria há uns cinco anos que um time brasileiro sentiria tanta falta de Aírton em um jogo de Libertadores. Aconteceu com o Botafogo, mas há vida e vantagem para a volta no Chile.


Jair Ventura, exclusivo: Simeone é modelo, Montillo um mistério
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André Rocha

Jair Ventura Botafogo

Agora com pré-temporada, o jovem técnico do Botafogo pode consolidar seus conceitos que apareceram já no Brasileiro de 2016. Sucedeu Ricardo Gomes, manteve a estrutura inicial e depois acrescentou suas convicções ao time que surpreendeu se firmando no G-6.

Com a cabeça fervilhando de ideias, o filho de Jairzinho atendeu ao blog por telefone e falou sobre os planos para 2017.

BLOG – Você assumiu o time na saída de Ricardo Gomes para o São Paulo, manteve a estrutura da equipe e depois foi mudando. O que você planeja taticamente para a temporada?

JAIR VENTURA – Eu trabalhei com vários sistemas. De fato, no início mantive o losango no meio-campo que varia para duas linhas de quatro sem a bola – um volante abre, o externo recua do outro lado e deixa o meia e o centroavante na frente. Mas joguei com meio no quadrado (4-2-2-2), 4-2-3-1, 4-3-3 com um e dois volantes. Tudo depende da necessidade e da disponibilidade do elenco. Jogo a jogo.

BLOG – A estratégia do adversário também influi, certo?

JAIR VENTURA – É claro, por isso estudamos tão minuciosamente quem vamos enfrentar. O jogo pode pedir dois centroavantes ou dois meias, por exemplo, se o rival fecha bem as laterais. Já terminei jogo com o Camilo mais recuado ou só o Lindoso de volante, ele que era camisa dez do Madureira. Mas primeiro dependo do elenco disponível. Quando perdi Aírton e Bruno Silva não havia razão para escalar três médios atrás do Camilo.

BLOG – Haverá rodízio no elenco?

JAIR VENTURA – Ele acontece naturalmente, por lesões e, principalmente, pelo desgaste. O jogo está muito intenso, são cada vez mais ações de alta intensidade no campo. Antes o jogador perdia a bola e voltava para o próprio campo para depois marcar. Hoje ele perde e tem que pressionar. É exigência do futebol atual o atacante se dedicar sem a bola. Amadurecemos isso e os números mostram que deu certo, fomos a melhor defesa do returno do Brasileiro.

BLOG – Como o Montillo vai funcionar nesta engrenagem?

JAIR VENTURA – Desculpe, mas isso não vou abrir porque gosto de criar dúvida e tentar surpreender os adversários. De qualquer forma, ainda vou sentar com ele, colocar um quadro e conversar sobre o melhor posicionamento.

BLOG – A ideia do ponta articulador, o meia que sai do flanco para articular as jogadas, te agrada?

JAIR VENTURA – Não é o ideal, mas pode acontecer. Por exemplo, se o lateral do adversário não desce tanto para fazer dupla contra o meu lateral. Se o jogo pedir ele pode ser meia com o Camilo. Não tenho medo de correr riscos se houver a possibilidade.

BLOG – A ideia de aproveitar os jovens da base no elenco permanece?

JAIR VENTURA  – Sem dúvida. Está no meu DNA, eu trabalhei na base. Em 2015 comandei o time como interino e contra o Bahia usei sete jogadores criados no clube. O Canales chegou para ser titular, mas o Sassá mostrou mais desempenho. Eu só não vou usar por usar. A avaliação precisa ser cuidadosa. Por exemplo, hoje eu não tenho um externo de velocidade dentro do clube pronto para entrar e repor a saída do Neílton. Tenho que ir ao mercado e não forçar uma barra só porque minha filosofia é lançar jovens.

BLOG – Para terminar, quais são suas referências como treinador, no Brasil e no mundo?

JAIR VENTURA – Posso dizer que sou um privilegiado, pois nos oito anos em que trabalhei como assistente técnico convivi com grandes treinadores aqui no Botafogo. Aprendi muito com cada um deles e sigo aprendendo, sou um eterno aprendiz. Mas lá fora meu espelho é o Simeone, do Atlético de Madrid. Sem grandes estrelas venceu Barcelona, Real Madrid, Bayern de Munique. O poder de persuasão dele é impressionante. Ninguém gosta de correr, o jogador prefere estar com a bola. Convencê-los a jogar sem ela nunca é fácil.


Diego e Conca no Fla, Montillo e Camilo no Bota. Há espaço para dois “dez”
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André Rocha

Primeiro o Botafogo anunciou Montillo. Agora o Flamengo confirma a contratação de Conca. Argentinos acima dos 30 anos, com experiência de Libertadores.

Com Camilo no alvinegro e Diego vestindo vermelho e preto, a questão é como abrigar dois meias criativos no time. Surgem as perguntas de sempre: “Quem é que marca?”, “Um não vai tomar o espaço do outro?”, “O time não fica mais lento?”

O futebol mudou. Fla e Bota tem jovens treinadores, antenados e estudiosos. Depois de uma temporada estafante, de mudanças radicais na vida de ambos, estavam no curso de técnicos da CBF. Zé Ricardo e Jair Ventura trabalham com marcação por zona, sabem que o jogo hoje se baseia muito mais em ocupação de espaços que na capacidade de desarmar.

Poucos times no mundo podem se comparar individualmente ao Barcelona do trio MSN, mas em termos de dinâmica ofensiva a equipe catalã virou referência usando Messi como um ponta articulador partindo da direita e Neymar mais agudo no lado oposto.

Tite adaptou a ideia ao Corinthians no título brasileiro de 2015 usando Jadson, um típico camisa dez, aberto à direita e se juntando aos meias para armar as jogadas e o jovem Malcom pela esquerda infiltrando em diagonal e se aproximando de Vagner Love no ataque. Virou tendência que o técnico levou para a seleção brasileira, com Coutinho de um lado e Neymar do outro.

Zé Ricardo tentou encontrar esse elemento no elenco montado por Muricy Ramalho para ajudar Diego, que é um “dez” de condução de bola e finalização. Não encontrou em Mancuello, Ederson e Alan Patrick, por isso seguiu com os ponteiros velocistas até o final da temporada.

Conca chega como um meia mais passador. Já atuou pelos flancos ao longo da carreira, mas por conta dos seus 33 anos e dos problemas no joelho que devem adiar sua estreia para março ou abril, a tendência é que jogue mais centralizado e sem tantas responsabilidades sem a bola. O time fecha em duas linhas de quatro e o argentino ficaria à frente, mais próximo de Guerrero.

Em tese, Diego seria o sacrificado sem a bola, voltando pelo lado. Não acompanhando lateral, mas guardando seu posicionamento. Já jogou assim pelo Atlético de Madrid com Simeone e com a pré-temporada pode ganhar resistência para a função.

Com a chegada de Conca, Diego pode fazer a função de ponta articulador, cortando para dentro e ajudando o meia central na armação, deixando para o ponteiro do lado oposto a missão de acelerar e infiltrar em diagonal. Sem a bola, os jogadores de flanco voltam e liberam o argentino a ficar mais próximo de Guerrero (Tactical Pad).

Com a chegada de Conca, Diego pode fazer a função de ponta articulador, cortando para dentro e ajudando o meia central na armação, deixando para o ponteiro do lado oposto a missão de acelerar e infiltrar em diagonal. Sem a bola, os jogadores de flanco voltam e liberam o argentino a ficar mais próximo de Guerrero (Tactical Pad).

Já no Bota, até por característica, a tendência é que o próprio Montillo exerça esta função pelo flanco, deixando o centro para Camilo. A grande sacada desse armador pela ponta é a liberdade para circular por todos os setores, criando superioridade numérica no meio e abrindo o corredor para o lateral ou outro companheiro atacar e buscar o fundo.

Na recomposição não é preciso acompanhar o lateral até a linha de fundo. O jogador fecha o setor, o lateral do próprio time não é arrastado pelo adversário e deixa o espaço livre. É ele quem vai tentar bloquear o cruzamento. O meia mais aberto ou o ponteiro tem como função primordial sem a bola evitar que a virada de jogo encontre um oponente livre ou fazer pressão no campo de ataque, de acordo com a proposta de jogo.

Quanto à velocidade na transição ofensiva, reparem que os dois clubes cariocas estão no mercado atrás de atacantes mais agudos. O Fla busca Marinho do Vitória, o Bota tentou Osvaldo e agora mira Lucca – reserva de Malcom no Corinthians de 2015. Não é por acaso. De um lado o meia para organizar, do outro o atacante para ser a referência de velocidade para os contragolpes e uma companhia para a referência na frente.

Se no Fla não mudaria tanto a execução do 4-2-3-1, no Bota a tendência é de uma postura mais ofensiva, desmontando o losango no meio que varia para duas linhas de quatro sem a bola. A menos que Jair pense numa dupla de armadores atrás de um centroavante rápido que ainda pode ser William Pottker da Ponte Preta.

Jair Ventura pode optar pela manutenção da estrutura tática de 2016 e encaixar Montillo numa função parecida com a de Neilton, ficando mais solto com Camilo para pensar o jogo e deixando a velocidade para o atacante de referência (Tactical Pad).

Jair Ventura pode optar pela manutenção da estrutura tática de 2016 e encaixar Montillo numa função parecida com a de Neilton, ficando mais solto com Camilo para pensar o jogo e deixando a velocidade para o atacante de referência (Tactical Pad).

Tudo com muita movimentação, sem posições fixas. O “caos” na frente e a organização atrás, com linhas compactas e jogadores mais próximos. Como manda o futebol atual. Como pensam Zé Ricardo e Jair Ventura nos cariocas que disputam a Libertadores. O filho de Jairzinho com um pouco mais de urgência porque o torneio continental começa mais cedo.

Impossível garantir que dará certo, pois é uma questão que envolve entrosamento, sintonia, sequência de jogos sem lesões, gestão de vestiário…A boa notícia fora de campo é que são contratações dentro da realidade do orçamento dos clubes, sem loucuras.

Dentro das quatro linhas, a opção de reunir dois meias criativos, ou “camisas dez”, é mais que viável no futebol atual. Podem e devem jogar juntos.


A montanha russa de emoções do Botafogo até o “título” do G-6
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André Rocha

Sassa e Jair Ventura Botafogo

O Botafogo garantiu a vaga na fase preliminar da Libertadores com a vitória sobre os reservas do Grêmio de ressaca em Porto Alegre. Com Aírton sendo expulso após briga com Sassá, alvo da ira do técnico Jair Ventura por ter provocado o companheiro. Difícil de entender, surreal até.

Símbolo da montanha russa de emoções do time alvinegro no Brasileiro. De virtual rebaixado no retorno à Série A, muito por conta da situação financeira caótica do clube, passando por uma recuperação surpreendente depois da saída de Ricardo Gomes e a efetivação de um jovem treinador, filho do ídolo Jairzinho.

Até a queda de produção e nos resultados nas últimas rodadas antes da derradeira. Foram três empates e duas derrotas até o triunfo do alívio na Arena do Grêmio com gol do Bruno Silva.

Alívio. Por estar na Libertadores. Quem diria que o ano do Bota terminaria assim? Do time organizado, mas sem criatividade e poder de fogo no início da competição, depois os muitos desfalques e a seqüência de resultados ruins que pareciam condenar a equipe ao destino anunciado antes da bola rolar.

Até a estreia arrebatadora de Camilo nos 3 a 2 sobre o Internacional no Beira-Rio, o elenco novamente completo e Jair Ventura aproveitando a coordenação dos setores que já existia e adicionando velocidade nas transições defensiva e ofensiva dentro da mesma variação do 4-3-1-2 para as duas linhas de quatro que aproximava os setores e dava liberdade a Camilo.

Mudança de patamar a ponto de sonhar com G-4 antes das mudanças da Conmebol que aumentaram o número de vagas. Com a classificação encaminhada e a distância de Palmeiras, Santos e Flamengo, uma certa acomodação.

Princípio de crise com a derrota em casa por 2 a 0 para a Chapecoense e torcida gritando “Time sem vergonha!” Depois o perigo de ser ultrapassado e no fim a garantia da nova meta. Mas já com preocupações para a montagem do elenco em 2017 que precisa ser rápida porque já tera jogo decisivo em fevereiro para garantir vaga na fase de grupos do torneio continental.

Porque as pretensões mudaram nesta incrível virada. Em maio, terminar na primeira página da tabela era previsão mais que otimista. Com esta visão do todo, o G-6 foi um “título”, mas, na prática, com sorriso amarelo na última partida. Com jogadores tensos e saindo no braço.

O futebol é dinâmico mesmo.


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