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Palmeiras e Flamengo iguais na força pela esquerda. Empate encaminha taça
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André Rocha

Apesar das ausências importantes e da preocupação com a volta contra o Boca Juniors pela Libertadores, o Palmeiras tinha o jogo à sua feição pelo contexto. Mesmo contra o Maracanã cheio e um Flamengo confiante depois da chegada de Dorival Júnior.

Porque no futebol jogado dentro do Brasil quem pode atuar negando espaços e explorando as costas da retaguarda adversária sempre leva vantagem. Física, tática, técnica e mental. O time de Felipão se fechava em duas linhas de quatro com muita concentração para não permitir as triangulações e sempre pressionando o adversário com a bola.

Só tinha um “ponto cego”. Já esperado pelas ausências de Marcos Rocha e Mayke. Felipão posicionou Luan na lateral direita, mas o zagueiro sofreu no duelo com Vitinho, o grande destaque rubro-negro no primeiro tempo. O ponteiro do 4-2-3-1 do Fla que teve a grande chance nos primeiros 45 minutos quando Vitinho passou como quis por Luan e teve tempo e espaço para levantar a cabeça, mas não percebeu o deslocamento perfeito de Arão, que ficaria de frente para Weverton. Cruzamento errado, chance desperdiçada.

O Palmeiras também atacava pela esquerda, com Dudu para cima de Pará. Na primeira etapa não teve grande efeito prático, mas logo após a volta do intervalo a bola longa pegou o lateral direito do Flamengo mal posicionado e cedento espaço suficiente para o melhor jogador do campeonato até aqui cortar para dentro, limpar também Léo Duarte e bater no canto esquerdo de César.

Vitinho sentiu lesão no segundo tempo e Dorival colocou Marlos Moreno. Antes havia trocado Arão por Diego e voltado ao 4-1-4-1 dos tempos de Mauricio Barbieri. Luan também saiu desgastado para a entrada de Gustavo Gómez. As trocas criaram uma vantagem clara do atacante colombiano sobre o zagueiro paraguaio na velocidade.

Marlos recebeu nas costas de Gómez, cortou Antônio Carlos e empatou. Marlos não marcava desde 2016. Já o artilheiro do Flamengo no Brasileiro com dez gols perdeu a grande chance da virada. Antes de Felipão corrigir a marcação no setor ao deslocar o volante Thiago Santos para a direita, o ponteiro disparou e serviu Paquetá que, livre, bateu por cima.

Era a bola de um jogo estrategicamente igual. Já era esperado que o Flamengo tivesse muito mais posse (62%). Talvez não tantas finalizações – 19, mas só quatro no alvo. Mas novamente exagerou nos cruzamentos em uma partida decisiva: 43. O Palmeiras efetou 64 lançamentos e 50 rebatidas, também previsível para o “padrão Felipão”. Assim como a eficiência de finalizar sete vezes, duas no alvo e uma nas redes.

De Dudu, que se sacrifica nas duas competições porque o time depende dele. Vai precisar demais do fator de desequilíbrio contra o Boca no Allianz Parque. Já no Brasileiro a missão agora é administrar. Quatro pontos de vantagem mantidos, um confronto direto a menos e sete rodadas com tabela em tese mais fácil que a sequência de jogos dos concorrentes.

O título parece encaminhado. Logo o que o Palmeiras não priorizou e, por isso, jogou com calma e leveza. Vantagem considerável no tenso, quase surtado, ambiente de time grande no Brasil.

(Estatísticas: Footstats)


Os três grandes desafios e o maior obstáculo para Dorival no Flamengo
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André Rocha

Dorival Júnior foi anunciado oficialmente na sexta à noite, saiu de Florianópolis e chegou a Salvador na madrugada do sábado. Concedeu coletiva pela manhã e às 21h estava à beira do campo para comandar o Flamengo contra o Bahia.

O empate sem gols vai para as estatísticas como a sua estreia, mas o trabalho começa mesmo a partir de segunda. A missão é clara: onze jogos para tirar o time agora da quinta colocação do Brasileiro e entregar o título relevante esperado pela gestão Bandeira de Mello desde a Copa do Brasil 2013. Para isso há três grandes desafios e um enorme obstáculo, o maior de todos.

A primeira meta muito clara é tornar o time menos lento. Na transição defensiva a equipe até tem um comportamento interessante assim que perde a bola: pressiona e tenta retomá-la o mais rápido possível. Mas quando o adversário consegue sair dessa “blitz” a recomposição é vagarosa, deixando espaços generosos entre os setores.

Lento também na circulação da bola. O time valoriza a posse, mas troca passes sem muita objetividade. Porque como não acelera e arrisca para furar as linhas de marcação, quase sempre encontra o sistema defensivo do oponente bem postado e, na falta de espaços, toca, toca…abre no lateral e tome cruzamentos! O problema passa muito por Diego e Lucas Paquetá, que conduzem, driblam, mas na maior parte do tempo não soltam com a velocidade exigida no futebol atual.

Falta também uma referência de velocidade para os contragolpes. Como era Vinícius Júnior. O desafogo, o atacante que intimida a defesa adversária a acompanhar o avanço dos outros setores. Não é Vitinho, nem Marlos Moreno. Pode ser Berrío, incógnita pelo longo tempo de inatividade em função de uma grave lesão.

O outro grande desafio é transformar domínio em gols. O melhor desempenho da equipe na temporada foi o segundo tempo contra o Grêmio no jogo de ida pela Copa do Brasil. Mais de 70% de posse de bola, muito volume de jogo. Finalizações também, mas sem a chance cristalina. Porque é raro o ataque bem construído, com começo, meio e fim. A jogada trabalhada que chega ao fundo e serve o atacante bem posicionado. Acabamento perfeito: assistência e finalização. No Fla é raríssimo. Aconteceu no gol do Lincoln.

A queda pós-Copa do Mundo tem a ver com a ausência da joia que partiu para o Real Madrid, mas passa também pela maior dificuldade dos jogos. No returno a grande maioria já sabe qual é o seu objetivo no campeonato e as partidas ficam mais duras, disputadas. Os adversários entram em campo com a certeza de que o Flamengo vai se instalar no campo de ataque e tocar a bola. Negam os espaços para infiltração e exploram os espaços cedidos. A proposta de jogo exige mais eficiência no ataque.

A média de finalizações necessárias para fazer um gol no campeonato nem é tão alta: 9,1. Igual a do Internacional e abaixo apenas de São Paulo, Atlético Mineiro e Palmeiras. Mas em jogos grandes, parelhos é nítida a dificuldade para ir às redes.

O terceiro aspecto que precisa de uma melhora urgente é a força mental. O Flamengo é um time pressionado por torcida e boa parte da imprensa, mas carrega muitas frustrações recentes. Desde 2015, quando a capacidade de investimento aumentou, o clube conquistou apenas o Carioca de 2017. Só. As seguidas eliminações e derrotas em finais criaram um estigma de perdedor em boa parte do elenco.

Para piorar, a postura de Bandeira de Mello é de muito carinho e quase nenhuma cobrança. Não precisa fazer terrorismo, mas um elenco caro, com salários em dia e boas condições de trabalho, pode e deve entregar mais. Sem vitórias para respaldar, algumas lideranças ganharam poder para, por exemplo, manter Mauricio Barbieri como treinador. Exatamente porque o jovem profissional ficaria “refém” dos atletas e seria mais permissivo, assim como aconteceu com Zé Ricardo.

Na prática, os jogadores desanimam fácil nas partidas e se acomodam no dia a dia. Um cenário terrível para uma camisa pesada, com tanta história e visibilidade. Justamente o oposto dos momentos mais vencedores do clube.

O grande obstáculo para Dorival Júnior é o tempo. Dois meses para lidar com tantos problemas e ainda o cenário político conturbado por conta da eleição, com a situação desesperada pela glória no último instante para garantir a vitória do sucessor de Bandeira. Ainda que o treinador ganhe algumas semanas livres para recuperar e treinar parece pouco. A solução deve ser foco total no desempenho, blindar os jogadores do extra-campo e trabalhar jogo a jogo. Só metas a curto prazo, até porque o longo não existe.

Dorival terá que subverter o seu último trabalho, no São Paulo. Sofreu com os mesmos problemas no Morumbi e sucumbiu. O tempo fora do mercado pode ter ajudado a entender a sua cota de responsabilidade no fracasso. É preciso fazer diferente. A atuação ruim em Salvador, especialmente no primeiro tempo,  foi o choque de realidade que faltava. Agora é trabalhar para virar quase tudo do avesso e fazer história.

(Estatísticas: Footstats)

 


Cruzeiro “cascudo” não perdoa erros do Flamengo pequeno nos jogos grandes
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André Rocha

Fragilidade emocional, jogadas aéreas para se livrar da bola, gols perdidos e elos fracos falhando e facilitando a vida dos adversários. Tem sido a tônica do Flamengo nos últimos tempos em jogos grandes. O segundo tempo contra o Grêmio em Porto Alegre pela Copa do Brasil foi a exceção à regra. Talvez por isso exaltado com exagero.

O Cruzeiro pragmático e experiente não perdoaria, mesmo no Maracanã. Ainda que Thiago Neves tenha perdido gol incrível no primeiro tempo. Seria o segundo, depois de Arrascaeta aproveitar falha de Rodinei que deixou o camisa dez em condição legal para colocar nas redes.

O lateral direito rubro-negro novamente foi um dos pontos vulneráveis da equipe de Maurício Barbieri. Atacando e defendendo. Até cresceu no início da segunda etapa, mas depois voltou a nível costumeiro de atuações de um jogador que erra demais na tomada de decisão. O jogo também ficou grande demais para Jean Lucas, o substituto do suspenso Lucas Paquetá, e Marlos Moreno, opção do treinador deixando Vitinho no banco.

O Cruzeiro controlou espaços com duas linhas de quatro compactas e muitas vezes até Hernán Barcos recuando na própria intermediária. O Fla teve chance de empatar em cobrança de escanteio fechada de Diego e na cabeçada de Uribe no único centro preciso de Rodinei até sair para a entrada de Pará. Fora isso, viveu de bolas levantadas na área, especialmente de Diego, que novamente foi pouco criativo com bola rolando.

Barbieri mexeu tarde, com 18 minutos do segundo tempo. Quando o contexto da partida já era totalmente favorável à equipe celeste. Com Lincoln e Vitinho em campo, time no campo de ataque, mas errando demais. Com Raniel no lugar de Barcos, os visitantes ganharam profundidade e rapidez nos contragolpes. Com Rafinha na vaga de Robinho, mas fôlego no trabalho defensivo e na saída rápida.

Até Lucas Silva emendar e Thiago Neves desviar do goleiro, com Réver deixando o meia em condição legal. 2 a 0 construído com autoridade. Depois foi administrar o desespero do Flamengo com Fábio seguro e Dedé absoluto nas disputas por baixo e por cima. O time carioca teve 63% de posse, levantou 36 bolas na área e finalizou 12 vezes – cinco no alvo. O Cruzeiro concluiu nove, cinco no alvo. Cresceu com Raniel na frente e podia até ter marcado mais gols. No último ataque, Rafinha perdeu na frente de Diego Alves.

É bem provável que nem seja preciso. O Flamengo não parece ter força mental nem poder ofensivo para reverter a vantagem. Nos jogos grandes e parelhos vem se apequenando e as contratações milionárias dependem demais dos talentos da base para fazer o time se impor.

O Cruzeiro vai na direção contrária. Experiente, organizado, com trabalho consolidado de Mano Menezes. Tem tudo para seguir forte na Libertadores e também na Copa do Brasil. É time “cascudo”, que não alivia diante de quem erra tanto.

(Estatísticas: Footstats)


São Paulo vence Flamengo pela melhor reposição das perdas
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André Rocha

A parada para a Copa do Mundo foi importante para recuperação física e um período mais longo de treinamentos. Mas era natural que na volta os times, mesmo descansados, sentissem a falta de ritmo de competição e a baixa intensidade.

A vantagem do São Paulo foi manter a base da boa campanha nas 12 primeiras rodadas e adicionar o equatoriano Joao Rojas, que teve ótima atuação na estreia. Fez todo o corredor pela direita, repondo as saídas de Marcos Guilherme e Valdívia, auxiliando Éder Militão sem a bola e no ataque dando trabalho a Renê, que não teve o devido auxílio de Marlos Moreno.

O colombiano foi a reposição possível no elenco disponível para a saída de Vinícius Júnior para o Real Madrid. Mas foi um elo fraco, caindo demais e não dando sequência às jogadas. Só apareceu em uma boa descida pela esquerda no segundo tempo, servindo Diego, que chutou e Guerrero completou de cabeça para fora.

O peruano entrou na vaga de Henrique Dourado, suspenso. Tecnicamente, um “upgrade” considerável. Mas estava claramente fora de sintonia em relação aos companheiros e ao modelo de jogo de Maurício Barbieri. Errou lances bobos e repetiu um problema que prejudicou o Fla tantas vezes e também o Peru na Copa do Mundo: precisa de muitas finalizações para ir às redes. Desta vez foram seis, duas no alvo. Nenhum gol. Um problema quando o time não tem outros bons finalizadores.

Para complicar, a ausência de Cuéllar, também suspenso. Com Jonas negociado, sobrou para Rômulo. O volante contratado como solução em 2017, mas que nunca rendeu o esperado, até que não jogou mal. Mas sozinho na proteção com o avanço de Lucas Paquetá na execução do 4-1-4-1 e com a falta da intensidade na pressão logo após a perda da bola que foi uma das armas do Fla nas vitórias que levaram o time à liderança do Brasileiro acabou penando.

Até dar lugar a Trauco. Com Matheus Sávio de volta ao time no lugar de Everton Ribeiro e a estreia do colombiano Fernando Uribe na vaga de Marlos, o Fla partiu para o ataque em um 4-4-2 engessado, abusando dos cruzamentos (42 no total). Podia ter empatado com Uribe em duas chances claras. Perdeu a primeira, livre, em um rebote de Sidão, e na segunda nitidamente “pipocou”: mesmo com liberdade para avançar e chutar, preferiu esperar Guerrero para transferir a responsabilidade.

Melhor para um São Paulo aguerrido, como exige o treinador Diego Aguirre. Com Anderson Martins absoluto na zaga e Liziero entrando bem no lugar do lesionado Jucilei, tornando o meio-campo mais dinâmico. Outra reposição para melhor no tricolor paulista. Nenê e Diego Souza contribuíram com luta e experiência para administrar a vantagem.

O destaque, porém, foi mesmo Rojas, que deu encaixe ao 4-2-3-1 de Aguirre e também a assistência para o gol de Everton. Valeu de novo a “lei do ex”. Um prêmio a quem se dedicou voltando com Rodinei na recomposição e acelerando os contragolpes. Ainda respeitou a massa rubro-negra no Maracanã cheio não comemorando o gol único da partida.

Mas decidiu. Na melhor das duas finalizações no alvo do São Paulo, no total de 14. O Fla concluiu 24, nove na direção da meta de Sidão. Terminou com 58% de posse de bola. Mais inteiro que um adversário extenuado e que perdeu força na transição ofensiva com Araruna, expulso nos acréscimos, e Tréllez na vaga de Everton.

De qualquer forma, não faltou apenas o gol ao ainda líder. O Fla precisa de qualidade no banco e contundência na frente, por isso está no mercado. O São Paulo parece mais pronto para a retomada do campeonato. Com apenas a Sul-Americana em paralelo, é time pra brigar pelo topo da tabela.

(Estatísticas: Footstats)


Flamengo ainda mais líder e seguro até para abrigar os “renegados”
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André Rocha

Aos 19 minutos do segundo tempo, com 1 a 0 no placar e o Paraná de Rogerio Micale saindo mais para o ataque e rondando a área do Flamengo, Mauricio Barbieri colocou em campo Willian Arão no lugar de Jean Lucas. O jovem da base cumpriu boa atuação por dentro da linha de meias do 4-1-4-1 rubro-negro, embora não seja reposição para o talento de Lucas Paquetá na articulação.

Uma substituição controversa pela qual a torcida demonstrou contrariedade, ainda que um tanto contida pelo placar favorável e a ótima fase do time. Para compensar, a saudada entrada de Filipe Vizeu no lugar de Henrique Dourado – lutador mais uma vez, porém novamente destoando dos companheiros no desempenho.

Mas o líder do campeonato vive fase de tanta confiança e segurança que até os “renegados” são abrigados e respondem com boas jogadas. Como a infiltração de Arão, lembrando os tempos de Botafogo e até os melhores no próprio Fla, para servir Vizeu em sua despedida do Maracanã antes de partir para a Udinese. Segundo gol e jogo resolvido aos 20 minutos. Seis minutos depois, Diego saiu para a entrada de Marlos Moreno, outro que tem seu desempenho muito questionado. Mas quem se importou?

O Paraná baixou a guarda e o Fla, basicamente, jogou para que Vinícius Júnior fosse às redes no seu provável último jogo no Maracanã com a camisa do clube que o revelou e rendeu uma negociação com o Real Madrid. Mas o jovem parecia ansioso, emocionado. E não rendeu. Perdeu uma chance clara ao demorar a finalizar e só apareceu no final, em belo passe por elevação para o voleio de Everton Ribeiro que o goleiro Thiago Rodrigues salvou.

A última das nove finalizações do Fla, quatro no alvo. Contra sete do Paraná, mas nenhuma na direção da meta de Diego Alves. Muito por mais uma atuação correta do sistema defensivo rubro-negro. Com a última linha bem posicionada, mesmo com as constantes mudanças no miolo da zaga, e muita concentração de todos para pressionar logo após a perda da bola. Além disso, jogadores como Cuéllar e Renê têm sido precisos em desarmes e na tarefa de cercar o adversário e impedir o contragolpe rápido.

Um time bem distribuído em campo e que sabe o que fazer. Mesmo sem tanta criatividade, soube rodar a bola com paciência – teve 62%  de posse no primeiro tempo e terminou com 57%. Diego desta vez não foi tão objetivo na armação. Outro a sentir falta de Paquetá. Compensou com luta e sofrendo e cobrando a falta que desviou na barreira e saiu do alcance do goleiro. Para descomplicar o jogo.

Em outros tempos poderia ser uma partida perigosa pelo “oba oba” ou por uma certa acomodação pela boa vantagem na liderança, agora de seis pontos sobre Atlético-MG e São Paulo. Mas o Flamengo de Barbieri vem jogando com seriedade e consistência. Na última rodada antes da parada para a Copa do Mundo, um teste importante para confirmar a força coletiva contra o Palmeiras em São Paulo.

Ainda que em julho comece outro campeonato. Por isso a importância para o Fla de tentar até aumentar a vantagem para administrá-la especialmente no decisivo mês de agosto, com jogos seguidos contra Cruzeiro e Grêmio, incluindo Copa do Brasil e Libertadores. Sem Vizeu e, provavelmente, Vinicius Júnior. E o time de melhor campanha no Brasileiro ainda pode ser alvo de mais assédio durante o Mundial – quem sabe o futuro de Paquetá?

Como será o amanhã do Flamengo? Se é impossível prever o futuro, a torcida curte a fase iluminada, na qual até Willian Arão ressurge para ser decisivo.

(Estatísticas: Footstats)


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