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Flamengo volta da Flórida com título, mas também uma ameaça silenciosa
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André Rocha

A celebração de Abel Braga no apito final da vitória do Flamengo por 1 a 0 sobre o Eintracht Frankfurt era nitidamente de alívio. Na nossa cultura resultadista, a conquista, mesmo meramente simbólica de um torneio de pré-temporada, era importante para não ressuscitar o “cheirinho” e baixar a moral de um grupo abatido por reveses seguidos.

Valeu pelo intercâmbio, pela chance de jogar em igualdade contra equipes europeias em meio de temporada. Mas não há dúvida de que a preparação em si ficou prejudicada e, mesmo com a obsessão por títulos em curtíssimo prazo da nova diretoria do clube, ao menos este início de Carioca deve ser tratado como continuação do período de testes e treinamentos.

Abel Braga repetiu praticamente o time titular que encerrou 2018 com Dorival Júnior e gostou mais do que viu no empate em 2 a 2 com o Ajax que no triunfo sobre o time alemão. Na segunda partida, muitos contragolpes desperdiçados (ainda o “arame liso”), erros técnicos típicos de início de temporada e alguns momentos de displicência diante de um oponente com dez homens em toda segunda etapa. Os reservas pecaram pelo desentrosamento, mas compensaram com a vontade natural de quem busca seguir no elenco com chances de entrar em campo nas partidas oficiais.

Gabigol e Arrascaeta estão no Rio de Janeiro treinando. A direção ainda busca zagueiro e lateral. Fica a impressão de que é preciso buscar um líder para dar identidade à equipe e orientar os companheiros em campo, numa espécie de “eco” para os gritos de Abel. Por isso o interesse em Dedé, Kannemann, Miranda e Rafinha.

Mas há uma função em campo que parece relegada a segundo plano e não é considerada uma carência do elenco: o volante ofensivo, de infiltração. Objetivamente só há Willian Arão. Na expectativa de contar com Bruno Henrique, do Santos, Abel projeta uma equipe no 4-1-4-1 com dois pontas rápidos e Everton Ribeiro e Arrascaeta por dentro e à frente de Cuéllar.

E se não funcionar e faltar intensidade na dupla de meias? Qual o plano B? Apenas Arão, sem um substituto do mesmo nível ou até um jogador mais técnico e eficiente para ganhar a posição? Abel deu chances a Ronaldo e Jean Lucas, atuando mais à frente de Piris da Motta entre os reservas. Os garotos até atuaram bem, um mais organizador e o outro aparecendo na área para finalizar mal, mas tirar a bola da direção do goleiro adversário no gol da vitória.

Mas hoje nenhum dos três se apresenta como uma opção confiável no mais alto nível do futebol jogado no Brasil e no continente. Certamente Abel Braga traz do seu último trabalho, no Fluminense, a experiência de dar oportunidades a muitos jovens, por conta das dificuldades financeiras do tricolor. Saudável, até para equilibrar a média de idade do elenco. Mas especificamente para a função que se convencionou chamar de “segundo volante”, o Flamengo está carente.

Se Everton Ribeiro – ou até Diego Ribas, caso renove o contrato – não funcionar como o meia ao lado de Arrascaeta, o time pode não atingir o nível esperado. É bom lembrar que com Dorival a equipe rendeu mais no 4-2-3-1, desfazendo o 4-1-4-1 dos tempos de Mauricio Barbieri.

Algo a se pensar já na viagem de volta. O perigo é Abel, olhando só o resultado inicial e as novas aquisições, achar que está tudo bem. Não parece. Eis a ameaça silenciosa no Flamengo para as primeiras disputas de 2019.


São Paulo de Jardine precisa de paciência e respaldo. Terá?
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André Rocha

A Flórida Cup só vale pela rara oportunidade no calendário brasileiro de intercâmbio com equipes europeias, mesmo não sendo de primeiro nível como o Eintracht Frankfurt. Porque quebrar a pré-temporada que já é curta e entrar em campo com cinco dias de trabalho contra times em pleno ritmo de competição na nossa cultura resultadista cria riscos desnecessários.

Pior ainda para um São Paulo pressionado e cercado de desconfianças. Ver o rival Palmeiras ser campeão brasileiro com um estilo mais simples, jogo direto e comandado pelo veterano Felipão e investir no jovem treinador André Jardine que acredita em valorização da posse, saída sem rifar a bola e trabalha conceitos do jogo de posição com elenco menos qualificado deixa a impressão de que o clube vai na contramão. Mesmo agindo rápido no mercado para começar o ciclo com um elenco mais completo.

É questão de convicção para ser paciente e dar respaldo. Porque a falta de sintonia entre o novo goleiro Tiago Volpi e Bruno Peres na saída de bola, com erro que terminou no pênalti de Reinaldo sobre Willems convertido pelo croata Rebic é, em tese, mais que compreensível e até natural. Sem contar o mérito da equipe alemã, bem coordenada na execução de um 3-5-2 típico, na organização da pressão no campo adversário.

Mas o fato é que os titulares saíram derrotados em 45 minutos. No segundo tempo com reservas, arrancada de Liziero, passe para Diego Souza pela esquerda e assistência para Nenê empatar. Gol na transição ofensiva com velocidade. O camisa dez mais aberto à direita, uma opção para o início da temporada. Interessante, se o meia veterano colaborar sem a bola e se movimentar abrindo o corredor. Pode tornar o time menos engessado e previsível.

Em ritmo de treino, o Eintracht achou a vitória por 2 a 1 em uma saída rápida pela esquerda, mas que parecia não dar em nada. Terminou no gol contra de Igor Vinicius, outra novidade na lateral direita. Valeu pela movimentação de todos, incluindo Léo Pelé e Willian Farias, e a chance de observação, mesmo com todas as ressalvas de um cenário com atletas voltando de férias há pouquíssimo tempo.

No nosso imediatismo sem muitos parâmetros de análise além do placar final, se diante do Ajax ainda nos Estados Unidos o resultado também não vier muitos já ligarão o “sinal de alerta” pensando na estreia do Paulista e, principalmente, no confronto eliminatório com o Talleres pela Libertadores.

Não é simples reincorporar Hernanes no centro da articulação de um 4-2-3-1, muito menos adaptar o móvel Pablo no centro do ataque dentro de um modelo de jogo que pede infiltrações em diagonal dos ponteiros Helinho e Everton. Questão de treino, assimilação das ideias, repetição. Tudo que uma viagem para a América do Norte e amistosos precoces não oferecem. Típico caso em que o compromisso comercial pode ser bastante inconveniente.

O São Paulo paga para ver, não segue o senso comum de “fazer o simples”. Ao menos por enquanto. Jardine precisa de tempo e avaliação justa da margem de evolução. No nosso universo insano e paranoico parece um privilégio. Terá chance?


Corinthians volta ao 4-1-4-1 equilibrando melhor passe e velocidade
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André Rocha

O resultadismo é algo tão sério no Brasil que o Corinthians sofreu críticas por ter sofrido a virada de 4 a 2 para os Rangers com um time reserva e repleto de improvisações que, pelo desentrosamento, sofre mais a falta de ritmo de competição que o adversário no meio da temporada. Tantas vezes a análise se restringe ao placar e não mais que isto.

Valem os dois primeiros períodos de 45 minutos para observar o que pretende Fabio Carille neste início de temporada. E tanto no empate contra o PSV por 1 a 1 com vitórias nos pênaltis e na derrota para o time escocês, a resposta do atual campeão brasileiro foi positiva. Não por ter “vencido” os dois períodos, mas pelo desempenho.

A equipe volta ao 4-1-4-1 consagrado por Tite em 2015 e rascunhado no início do ano passado até Rodriguinho passar a atuar mais adiantado. Mas desta vez com uma alteração que mudou alguns jogos decisivos na reta final do Brasileiro: Jadson no meio-campo e Clayson na ponta esquerda, com Romero sendo transferido para o lado direito. Na frente, Kazim ocupando a vaga de Jô.

A primeira impressão é de um jogo mais fluido e que equilibra melhor o passe e a velocidade nas ações ofensivas. Com Jadson pela direita e Maycon ou Camacho fazendo dupla com Gabriel à frente da defesa num 4-2-3-1, o meio-campo era mais preenchido, porém faltava uma infiltração mais rápida pela direita além das descidas de Fagner.

Lembrando 2015, quando Jadson cortava para dentro, Elias ou Vagner Love apareciam naquele espaço para surpreender a defesa com uma rapidez de deslocamento que não havia em Rodriguinho ou Jô no ano passado. O time ficou menos ágil, especialmente no momento da queda de produção de Maycon.

Agora a equipe tem o passe no meio com Rodriguinho e Jadson, que se movimentam ora recuando para qualificar o toque na intermediária, ora buscando os espaços entre a defesa e o meio-campo do adversário. Os pontas Romero e Clayson aceleram buscando o fundo ou as infiltrações em diagonais e Kazim vem surpreendendo com mobilidade e um trabalho de pivô  eficiente, ainda que longe do nível alcançado por Jô.

Nos três gols marcados, duas assistências de Jadson para Rodriguinho, na estreia com bola parada e na segunda partida em jogada bem trabalhada. Mais um chute cruzado de Kazim após se desmarcar pelo lado direito. O centroavante saiu da área em vários momentos e os companheiros tentaram aproveitar o espaço deixado. Em alguns momentos faltou sincronia, o que absolutamente natural.

Sem a bola, compactação dos setores, responsabilidade dos ponteiros fechando os flancos no auxílio aos laterais Fagner e Juninho Capixaba ou Guilherme Romão. O do setor atacado recua mais e o do lado oposto fica pronto para o contragolpe. Gabriel ajuda os zagueiros Balbuena e Pedro Henrique a bloquear as penetrações pelo centro. Nos 90 minutos com os titulares a meta de Cássio não foi vazada.

Corinthians de volta ao 4-1-4-1 com Gabriel entre as linhas de quatro e o ponteiro do lado atacado – na imagem, Clayson fechando o setor esquerdo – fica mais recuado que o do lado oposto (Reprodução Sportv).

Pouco importa o placar final. A informação preciosa para os corintianos é que o equipe manteve a base, tem modelo de jogo assimilado, mesmo com a mudança no desenho tático. Também entrosamento e apresentou um repertório até interessante no ataque para um início de trabalho. O resultado é o que menos importa no Torneio da Flórida.


Apesar da crise, estreia indica que Abel deve manter Flu rápido e ofensivo
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André Rocha

O pior de uma crise profunda é quando a falta de confiança internamente parece maior que a de quem está de fora. Quem observa o Fluminense perdendo alguns jogadores e abrindo mão de outros por não ter condições de arcar com os custos não vislumbra um 2018 promissor.

A estreia no Torneio da Flórida aumentou esta impressão, principalmente pela escolha inusitada de Abel Braga, montando sua equipe num 5-3-2. Temendo um PSV muito alterado por Phillip Cocu. Mesmo considerando que o time holandês está no meio da temporada, com mais ritmo de competição, pareceu uma cautela exagerada.

Talvez Abel estivesse correto, com uma visão realista. Mas o que se viu foi uma equipe descoordenada no trabalho sem a bola. Na transição ofensiva os laterais Gilberto e Marlon demoravam a recompor a última linha obrigando os zagueiros a ficarem mais espaçados. Na proteção, Douglas e Richard permitiam espaços às costas e sofriam com a habilidade do brasileiro Mauro Júnior.

Para piorar, a saída para o ataque que precisa ser rápida e intensa não encontrava o passe vertical de Sornoza, muito menos a velocidade de Henrique Dourado para acompanhar Marcos Júnior. O Flu roubava a bola, mas não conseguia sair da pressão do adversário logo após a perda da bola e surpreender a defesa mais adiantada do Ajax.

De tanto insistir, o PSV abriu o placar com lindo gol de Sam Lammers. 20 anos, um metro e noventa, mas habilidade para limpar a marcação e técnica para tirar do alcance do goleiro Júlio César. Consequência natural da produção das equipes nos primeiros 45 minutos.

Na segunda etapa, as muitas alterações que descaracterizam qualquer amistoso, mas úteis no trabalho de observação e para dar ritmo à maioria dos jogadores. Funciona melhor para análises de desempenho individual.

Ainda assim, serviu para Abel notar que, mesmo com o elenco despedaçado, sem Diego Cavalieri, Lucas, Henrique, Wendel, Orejuela, Gustavo Scarpa e Wellington Silva, vale mais seguir o instinto do treinador e dos jovens atletas: um estilo mais leve, rápido e com vocação ofensiva. O Flu correu riscos, porém ocupou o campo de ataque com mais volume, especialmente pela direita com Matheus Alessandro. O grande destaque  que acabou saindo contundido.

Robinho, outro que entrou na segunda etapa, compensou com mais um golaço no jogo. Saída em velocidade, troca de passes, mais gente na frente e a bela conclusão do ponteiro. Empate e derrota nos pênaltis por 5 a 4. Romarinho foi o único a desperdiçar sua cobrança.

O resultado foi o menos importante. Valeu mais para Abel iniciar o trabalho de reconstrução da equipe. Mesmo em meio ao caos e ao pessimismo pelas sérias dificuldades financeiras que devem fazer o clube perder também Henrique Dourado, o Flu sempre rende melhor tentando jogar. Mesmo correndo riscos. Ainda que falte confiança dentro e fora do campo.


A primeira imagem do São Paulo de Ceni é animadora. Só faltou acabamento
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André Rocha

O analista de futebol trabalha com o momento. Fotografias de cenários. Chamado a opinar quase diariamente, precisa ter uma visão do todo, mas fundamentalmente observar o que está acontecendo e tentar perceber tendências.

A foto da estreia de Ceni trouxe imagens interessantes: linhas adiantadas, pressão sobre o adversário com a bola, velocidade na transição ofensiva. Protagonismo que envolveu o River Plate nos primeiros 45 minutos com a formação considerada titular.

E o novo treinador já mostrou uma prática influenciada por Jorge Sampaoli, um de seus “gurus”: contra apenas um atacante (Lucas Alario), dois zagueiros ficam mais fixos para garantir superioridade numérica atrás – Maicon e Breno. O terceiro, na teoria, seria Rodrigo Caio, que foi adiantado como volante para qualificar a saída de bola à frente da retaguarda.

O uruguaio Rodrigo Mora também é atacante, mas circula mais pelos flancos. Por isso Ceni optou por segurar um pouco os alas Bruno e Buffarini como laterais, fazendo diagonais de cobertura, mas se projetando nas ações ofensivas.

Na frente, destaque para Wellington Nem, canhoto pela direita cortando para dentro. Rapidez e criatividade. Luiz Araujo tentava fazer o mesmo pela esquerda, porém entrando mais na área rival se juntando a Chávez. Em números, um 4-3-3.

Não faltou criatividade, mesmo sem um típico articulador. Cueva é meia que pensa correndo e teve o suporte de Thiago Mendes. Mas com bola retomada na frente, mobilidade e trabalho coletivo o time soube criar espaços.

Sobraram gols perdidos. Desde o pênalti sobre Nem cobrado por Cueva que o goleiro Bologna defendeu logo aos quatro minutos, passando pelas chances desperdiçadas por Luiz Araujo e Chávez. O volume de jogo que encurralou o adversário não encontrou o acabamento para ir às redes.

Trabalho para Michael Beale, auxiliar inglês de Ceni obcecado por fundamentos, precisão técnica. Não vai ensinar ninguém a finalizar, mas pode criar treinos para aprimorar o que for possível.

Foram dez trocas na volta do intervalo, depois Buffarini saiu para a entrada de Foguete. Como quase sempre acontece em amistosos, o jogo perde intensidade e interesse com tantas mudanças.

O River equilibrou, criou oportunidades aproveitando mais espaços entre os setores são-paulinos e o natural desentrosamento. Carimbou as traves duas vezes, inclusive no lance derradeiro com Martínez.

Valeu para Ceni ter a confirmação de que o jovem Shaylon será muito útil e constatar que Lucão está mais maduro na retaguarda. O treinador ainda espera pelo talentoso David Neres, a serviço da seleção sub-20.

Na decisão interminável de pênaltis pela vaga na final do torneio contra o Corinthians, vitória por 8 a 7 nas mãos de Sidão. Mas o resultado é secundário. Importante foi o bom desempenho na primeira etapa. A primeira imagem. Só faltou o acabamento.


As primeiras impressões de Corinthians e Vasco em 2017
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André Rocha

Para o time paulista valeu mais a observação do primeiro tempo, com a formação titular utilizando as peças disponíveis no Torneio da Flórida. E o que se viu foi a equipe de Fabio Carille com os movimentos do 4-1-4-1 inspirado em Tite mais assimilados, fluindo naturalmente.

Talvez pela preocupação de se manter organizado e os jogadores agrupados por ser um início de trabalho para evitar maior desgaste ficou a impressão de um time um tanto engessado, sem a mobilidade necessária, especialmente de Jô na frente.

Quando os ponteiros Romero e Marlone se procuraram no centro saiu o segundo gol numa tabela. O mesmo na primeira bola que foi às redes no jogo, quando os meias pelo centro à frente do volante Gabriel trocaram passes e no toque de calcanhar de Rodriguinho, Camacho saiu na cara de Martín Silva.

Porque o Vasco na segunda aparição sob o comando de Cristóvão Borges já demonstrou, na prática, os problemas defensivos da proposta de jogo do treinador: linhas próximas, defesa adiantada, mas sem pressão e diminuição de espaços diante do homem da bola. Muita liberdade nos gols corintianos. Já havia acontecido nos 2 a 1 sobre o Barcelona de Guaiaquil.

Um contraponto ao desempenho interessante na frente, com mais mobilidade e rapidez: Evander, Guilherme e Eder Luís se juntando a Nenê na articulação procurando Thalles. Bem superior à experiência com Escudero e Muriqui totalmente fora de sintonia na estreia.

Mas o gol saiu em ação individual, um chute espetacular com efeito de Eder Luis acertando o ângulo de Cássio. Para dar moral ao atacante veterano que terá em Wagner mais um concorrente no quarteto ou quinteto ofensivo que Cristóvão pretende armar.

Segunda etapa com as muitas substituições que quase sempre descaracterizam a disputa, mas valem paraa observação dos treinadores.  Do quarteto Giovanni Augusto, Guilherme, Marquinhos Gabriel e Kazim por Carille. Os dois últimos protagonistas dos dois gols, um servindo ao outro, que consolidaram a goleada por 4 a 1.

Cristóvão viu um melhor entendimento entre Escudero, Ederson, Pikachu e Andrezinho. O técnico mexeu bastante, mas sem a opção de trocar todo time na volta do intervalo, como fez a equipe paulista. Mas, de novo, quando atacado de forma mais aguda mostrou as mesmas dificuldades defensivas. Algo para o comandante refletir e, principalmente, corrigir.

Clima de amistoso, Corinthians na final. Mas valeu mesmo para notar os rascunhos e as primeiras impressões sobre os times na temporada. A conclusão óbvia: há muito trabalho pela frente.


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